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Goiânia,16/05/2026

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    EUA testam drones de resposta rápida para proteger escolas de atiradores

    tecmundo.com.br
    EUA testam drones de resposta rápida para proteger escolas de atiradores

    Uma nova frota de drones de resposta rápida pode se tornar a solução para impedir tragédias durante tiroteios em escolas nos Estados Unidos. A tecnologia é capaz de neutralizar atiradores em menos de um minuto após o acionamento, antes da chegada de autoridades, como afirmam os desenvolvedores.

    Criado pela empresa Campus Guardian Angel, o sistema foi inspirado nas aeronaves não tripuladas de uso militar que têm ganhado destaque na guerra da Ucrânia. O projeto inclui, principalmente, modelos de visão em primeira pessoa (FPV), que oferecem maior imersão e possibilitam manobras arrojadas.

    Como funciona o serviço de drones que protegem escolas?

    Oferecido por meio de contrato anual, o serviço inclui o mapeamento 3D da escola, criando rotas rápidas para usar em situações de emergência. Os drones ficam em pequenos hangares, dentro e fora do estabelecimento de ensino, em esquadrões de três unidades.

    • Após o acionamento do alarme por um funcionário da escola ou aluno, os drones decolam imediatamente, seguindo os caminhos predefinidos para chegar ao atirador em até 15 segundos;
    • Pilotadas remotamente por especialistas humanos que ficam em uma central no Texas, as aeronaves podem intervir no atentado de diferentes maneiras, dependendo das ações do suspeito;
    • Se o atirador for um menor caminhando com uma arma em punho, os pilotos usam o sistema de áudio bidirecional para ordenar que ele pare imediatamente;
    • Já se o autor estiver atacando crianças, o sistema de defesa pode usar mecanismos de "impactos cinéticos" ou disparar gel de pimenta não letal.
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    Especialistas pilotam os drones remotamente, levando as aeronaves ao local antes da chegada dos policiais. (Imagem: Campus Guardian Angel/Divulgação)

    Os drones usados para neutralizar atiradores em escolas são fabricados nos EUA, medem cerca de 25 cm, pesam menos de 1 kg e podem atingir o suspeito a 65 km/h. De acordo com a empresa, os modelos não usam inteligência artificial, o que limita as decisões ao operador.

    No momento, projetos-piloto estão em andamento em instituições de ensino dos estados da Geórgia e da Flórida, financiados com recursos públicos. Os valores do serviço variam conforme o tamanho da escola e a quantidade de prédios.

    Gostou do conteúdo? Continue no TecMundo e conheça os drones de combate feitos de papelão que são a nova aposta do Japão para a guerra moderna.




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